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terça-feira, 20 de outubro de 2009

A escritora Renata Rimet comenta o livro O Aeronauta


Entendia que aeronauta seria apenas o individuo praticante da navegação aérea, ao término da primeira leitura de O Aeronauta, percebo uma longa viagem por sentimentos fortes e fecundos, incrustados na alma e revelados por gritos poéticos, que vão muito além do espaço aéreo e seus limites de vôo.Carlos Conrado e seu Aeronauta adentram cada vez mais ao submundo da loucura e devaneios sem amarras, numa busca incessante por sonhos outrora aprisionados.
A loucura afasta-se ainda mais da razão, cabendo ao leitor subir a bordo da nave imaginação, desprender-se de conceitos pré estabelecidos, acomodar-se ao lado da razão como expectador de uma jornada a flor da pele, diante de inimigos, feras e sua própria duvida existencial, tendo o universo como pano de fundo, as estrelas ao alcance das mãos e o desejo insano de chegar cada vez mais fundo na libertação da mente humana.
Envolta a personagens, criaturas e criadores, sinto questionar minha própria sanidade, desejar não ser normal torna-se sinônimo de respirar o mais puro ar desse universo.
Li e indico... - Renata Rimet

Um comentário:

  1. Feliz com sua trajetória,orgulhosa de ter feito parte de O Aeronauta e já bastante curiosa para descobrir suas novas aprontações...me aguarde na Tertulia do Mirante...nossa como soa poético...

    Renata Rimet

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