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quarta-feira, 31 de março de 2010

Carlos Conrado Entrevista Mário Jorge - Mestre Conselheiro do Capítulo Sergipe Del Rey da Ordem De Molay.


Carlos Conrado Entrevista Mário Jorge - Mestre Conselheiro do Capítulo Sergipe Del Rey da Ordem De Molay.

Essa entrevista foi realizada durante a época em que o Capítulo Sergipe Del Rey estava comemorando o seu 21º aniversário.



Carlos Conrado –

Pretendo entrevistá-lo se não for incomodo. Luz, Paz e Bem.

Mário Jorge:

Paz a todos nós! Muito obrigado, pode sim. É muito importante para nós observamos a Ordem que gostamos e amamos ser divulgada.

Carlos diz:

Meu objetivo é publicar a matéria em jornais impressos , além é claro, do blog: www.conradoemtextos.blogspot.com

Quando iniciou na Ordem Demolay e quais foram os pontos que te fizeram buscá-la.

Mário Jorge:

Bem! Eu iniciei há 5 anos, especificamente no dia 11-09-2004.

Eu não residia aqui em Aracaju e sim na cidade de Paulo Afonso no interior da Bahia. Lá existia a Ordem. Influenciado por minha irmã participar de uma Ordem Maçônica, as Filhas de Jó, e meu pai ser maçom, pude conhecer desde meus 8 anos as ordens paramaçonicas que existem. Por ter muita vontade de também frequentar a maçonaria, estar presente em seus círculos e por achar aqueles homens símbolos a serem seguidos, apesar de na época ser muito novo, eu queria participar de toda as festividades que aconteciam e que, as nossas 7 virtudes são muito essenciais na vida de cada jovem. Eu acho que respondi.

Carlos diz:

E como chegou a ser o Mestre Conselheiro deste Capítulo?

Mário Jorge:

Bem! Como eu tenho um pouco de experiência na Ordem, havia sido Primeiro Conselheiro e Segundo Conselheiro, que são os braços do Mestre Conselheiro, já tinha um pouco de experiência, mas, porém como estudante tem que estudar muito, e os colégios pegam em nosso pé, não conseguia conciliar meus estudos com o dever de assumir um cargo como o de Mestre Conselheiro. No fim do ano passado eu fui aprovado em Direito então como é um curso de horário único, esse semestre eu consegui conciliar ambas as atividades. Então me senti preparado para assumir mais este desafio e também para contribuir com algo que gosto bastante e que é essencial pra mim.

A cada sábado de nossas reuniões eu venho aprendendo bastante. E com essa liderança que é ser Mestre Conselheiro, eu aprendo a lidar com as outras pessoas e observar também que o trabalho dos lideres são complicados e que às vezes devemos ser modestos em nossas criticas, pois é um trabalho que necessita de bastante esforço.

Carlos diz:

E o que você me diz do trabalho filantrópico feito pelo Capítulo Sergipe Del Rey?

Mário Jorge:

Vamos lá. Sempre tentamos nos unir para ajudar a quem necessita.

Somos todos providos de benefícios, mais existem pessoas que não os obtêm, então tentamos contribuir. No fim do ano passado realizamos no Natal doações de cestas básicas em Simão Dias e aqui em Aracaju de forma confortável. Sempre gostamos de frequentar o Asilo Rio Branco, pois lá encontramos idosos que tem muitas histórias para contar mais não tem quem os escutem, e em muitos momentos a tristeza toma conta daqueles seres,

e como observamos quando a velhice vai chegando, perdemos quem gostamos. Então ao nos colocarmos no lugar daqueles que estão ali, ficamos tocados. Tentamos retribuir, fazendo todo um processo filantrópico principalmente.

Carlos diz:

Ótimo trabalho. E vocês têm alguma pretensão de realizar alguma ação que necessita de força maior? Em relação ainda a filantropia.

Mário Jorge:

Bem, agora estaremos indo participar de um congresso, e lá iremos levar materiais contra a AIDS para que os outros capítulos, como nós estamos pretendendo realizar aqui em Aracaju, façam todo esse procedimento em seus respectivos lugares, pois é uma doença que se pode ser evitada e que a cada dia cresce o seu índice de infecções, principalmente nas zonas mais remotas. Não podemos deixar a ignorância persistir.

Carlos:

Seria tão bom se existissem mais grupos como o de vocês com esses projetos para fazer a transformação, mas vocês em parte já são salvadores de uma massa, mesmo que esta seja pequena, mas estão salvando com toda a certeza.

Após o seu papel como Mestre Conselheiro, o que pretende exercer dentro da Ordem?

Mário Jorge:

Bem, como todas as Ordens também tem suas partes financeiras, quero organizar toda a parte financeira e burocrática que existe dentro de um Capítulo Demolay, em especial o Sergipe Del Rey. Como um clube necessita de um fator financeiro para manter sua sobrevivência, então irei solicitar do próximo Mestre Conselheiro, ser tesoureiro e sempre quando for necessário irei contribuir para o desenvolvimento do Capítulo.

Carlos:

É bom ver que independente da ausência de tal cargo como este de Mestre Conselheiro, ainda visa contribuir com o desenvolvimento deste Capítulo.

Quantos anos você possui hoje e o que a Ordem já te ajudou em relação ao universo fora do Capitulo, ou seja, a vida cotidiana?

Mário Jorge:

Hoje eu tenho 17 anos. Bem!... Fora da Ordem em 1º lugar, conquistei muitos amigos. amigos sinceros, pessoas em quem eu posso confiar. A Ordem também me ajudou a definir qual profissão eu deveria seguir. Hoje estou cursando Direito por observar outros irmãos que são advogados ou que também fazem o curso de Direito. Aprendi também a ser mais paciente em certas situações, a não agir por impulsos, a respeitar os mais velhos, a ajudar os necessitados, a desenvolver certa liderança, e também a perder certa timidez que existia em mim. Também certa oratória que consegui desenvolver dentro do Capítulo e que utilizo bastante fora deste universo Demolay.

Carlos:

O que você diria aos jovens de hoje que cegos não sabem onde depositarem as suas virtudes ou aqueles que estão presos a um tipo de vicio?

Mário Jorge:

Bem! Aos jovens que ainda tem de 12 a 21 anos e que estiverem dispostos a serem melhores em suas atitudes, faço um convite a nos procurar, pois se assim fizerem aprenderão como ser melhores socialmente. Aqueles que estão presos a algum vicio, que tentem seguir o caminho de paz, o caminho da retidão, que tentem fugir dos vícios, pois eles não trazem benefícios ao corpo e a alma, e que a conquista da vitória não é fácil, mas com perseverança e com força, se consegue atingir bons resultados. Que busquem a todo o momento aquilo que soma em vida, e o que não irá trazer isso, que não agrupem aos mesmos. Porque cada dia de vida é algo fantástico e que não necessitamos de vícios para sermos melhores. Nossa força já é algo auto-suficiente para vencermos.

Carlos:

Bela mensagem.

Você almeja um dia chegar a ser Maçom?

Mário Jorge:

Sim, sim. A Maçonaria ainda tem muitas coisas a me ensinar. Como admiro meu pai que é Maçom e que é uma ótima pessoa, ele que me inspira todos os dias e que só aprendeu a ser melhor na Maçonaria, quero obter isso para mim também. Quero ser um bom homem e ser bem visto pelos homens de bem então tenho certeza de que a Maçonaria irá me ensinar várias coisas que virão somar em minha vida.

Carlos:

Ótimo. Amigo, acredito que estas informações já são suficientes para produzirmos um bom texto. Obrigado pela atenção e que você continue plantando essa semente do bem nos jovens desta nossa nação tão amada.


Luz, Paz e bem.

Carlos Conrado


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