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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Meu vicio


Meu vicio

Em nosso amor não quero interferências
Nem de Shakespeare nem de Zeus.
Quero que seu amor seja só meu.
Quero beijar-te e dizer-te, sou teu!
Quero-te além da tríplice idade, quero
Dar-te meu tudo, amá-la de verdade.
Quero-te como Ismália na torre,
Fazer-te louca ao encontro da lua.
Quero mostrar-te também as estrelas
Que iluminam meu peito a deixar-me
Exposto, vulnerável as queimadas
Do calor do seu belo e perfumado corpo.
Mostrar-te-ei a minha fidelidade,
Assim como o Vinicius em seu soneto.
Canto canções de amores ao meu vicio.
Se amar é tolice, prefiro para sempre ser tolo.

Ass: Carlos Conrado

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