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domingo, 26 de dezembro de 2010

Para onde me levam essas correntes

Para onde me levam essas correntes

Já andei por caminhos sinuosos,
Já fui plebeu, burguês, rico e pobre.
Eu era o moço que acendia as estrelas,
Quando a noitinha
Velava o teu sono...
Eu era o tempo que buscava
Maturidade,
Eu era o comandante dos cosmos,
Direcionando todos a mil sonhos...
Fui rei, quando a nação
Necessitou de auxílios e cuidados...
Fui a esgrima que perfurou
O pecado,
Fui a couraça protetora
Dos sertanejos renegados...
Fui a voz dos omissos
Bradando a força,
Fui mestre nas danças
Para Kali,
Fui o silêncio e sabedoria
De Dalai Lamma,
Fui para os desgraçados...
A esperança.

-Carlos Conrado

3 comentários:

  1. O silêncio dos sábios
    soa como poesia de correntes quebradas.


    Beijo

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  2. Curiosa com sua literatura..
    mt bom conhecer a diversidade das palavras.

    te sigo

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