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domingo, 26 de dezembro de 2010

Perdão

Perdão

Atirei meu ser
Ao lar do celeste amor.
Farto do orgulho, do egoísmo,
E da maldade que tomara
A minha matéria,
Procurei o antídoto
De minha má conduta
Para poder definitivamente
Prosperar com a luz...
Fiz da minha mente um celeiro
E semeei a sabedoria branca,
Concentradamente provida de pureza...
Mesmo com tais feitos alcançados,
Senti que algo em mim
Estava faltando, portanto,
Caminhei exercitando a fé
E a esperança que
Até hoje me enlaça...
Dei ouvidos a voz de uma flor
Que em súplica e generosidade
Insistia em despertar
O sentimento fraterno que
Em meu corpo se abrigava...
Despertado o alimento do conforto,
Aprendi a perdoar os irmãos
Que me causaram desgostos.
-Carlos Conrado

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