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quarta-feira, 6 de abril de 2011

A Arte como Elixir



A Arte como elixir


...O mundo hoje quer de nós um contraveneno, e esse antídoto infalível pelo qual o mundo aguarda agora nada mais é do que a própria Arte. A luz que o conhecimento nos traz à mente é a mais profunda maneira para se comunicar com Deus, para compreendê-lo e compreender-se. Nós que temos nas mãos as ferramentas capazes de consertar valores caídos de uma sociedade injusta; nós que temos as asas da juventude e não nos colocamos na nossa devida posição de vôo, antes temos torturado o nosso espírito com as chagas do mundo; nós que temos revelado ao mundo a miséria de uma poesia morta, sem arte, sem beleza, como ponte de uma imortalidade acadêmica; devemos saber usar as nossas armas, porque enquanto as massas não despertarem para um proveitoso conhecimento, as nossas mais nobres composições não passarão de obras supérfluas, ignoradas. Como diz um dos grandes homens da Bíblia... vaidade das vaidades, tudo é vaidade!... Há no mundo um terrível cancro que lhe corrói e simplifica numa “coisa globalizada”, completamente entregue, como numa febre, a uma alienação sem precedentes, a um consumismo insuportável, a uma ânsia de produzir e consumir sem nenhum escrúpulo ou cuidado com o planeta. Mas de nada adianta a nossa cosmovisão... se não houver contágio. A Arte como elixir.
-Carlos Conrado

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