Soneto para os cílios que desdobram




Soneto para os cílios que desdobram

Atiço o meu desejo nos cílios da Esperança.
Faminto por este corpo que me encanta
Meu peito em prol do magnetismo canta
Teu ser a ser ferido por esta lança...

Nomeio o meu faminto phallus de oráculo
A buscar a verdade em suas entranhas,
Secretos prazeres a ferirem as manhãs
Na fusão dos nossos seres somos o acúmulo

Deste gozo que o equilíbrio espanta...
Tua fenda em meu céu brinca tal qual criança,
Ensaio passos de amor para a nova dança...

E descubro o fogo e talento dessas suas pernas
Que bailam no ritmo da minha lança
E vibram com a beleza dessas cenas.

- Carlos Conrado

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